| Gadget by LabPixies.com |
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
parque biológico de gaia
O que é o parque Primeiro centro permanente de Educação Ambiental do país, o Parque Biológico de Vila Nova de Gaia consiste numa área agro-florestal deste concelho, com 35 hectares, onde vivem em estado selvagem centenas de espécies deanimais e plantas. O objectivo do Parque Biológico é a compreensão, pelos visitantes, da paisagem da região, incluindo todos os seus componentes (flora, fauna, clima, arquitectura rural, usos e costumes, hidrografia, etc.) e do contraste entre essa paisagem agro-florestal, que se preserva no Parque, e a envolvente urbana. Por isso o Parque é, antes de mais, um memorial da paisagem da região, que está a perder as suas características em favor da construção.
Mas o Parque é, também, uma pequena reserva natural de fauna e flora; mais de 40 espécies de aves selvagens nidificam no Parque e outras tantas visitam-no durante as migrações. Integram ainda o Parque um centro de recuperação de animais selvagens, encontrados feridos ou detidos ilegalmente em cativeiro, e um viveiro que produz anualmente milhares de plantas, de mais de 300 espécies, destinadas ao próprio Parque e aos espaços verdes públicos do concelho de Gaia.
Para além do que tem para ver, o Parque Biológico promove um programa de animação, edita material didáctico e realiza exposições em torno da temática ambiental.
Mas o Parque é, também, uma pequena reserva natural de fauna e flora; mais de 40 espécies de aves selvagens nidificam no Parque e outras tantas visitam-no durante as migrações. Integram ainda o Parque um centro de recuperação de animais selvagens, encontrados feridos ou detidos ilegalmente em cativeiro, e um viveiro que produz anualmente milhares de plantas, de mais de 300 espécies, destinadas ao próprio Parque e aos espaços verdes públicos do concelho de Gaia.
Para além do que tem para ver, o Parque Biológico promove um programa de animação, edita material didáctico e realiza exposições em torno da temática ambiental.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Coração
O coração humano é responsável pelo percurso do sangue bombeado através de todo o organismo, que é feito em aproximadamente 45 segundos em repouso.Neste tempo o órgão bombeia sangue suficiente a uma pressão razoável, para percorrer todo o corpo nos sentidos de ida e volta, transportando assim, oxigênio e nutrientes necessários às células que sustentam as atividades orgânicas.
Circulação, localização e posição
O coração é o órgão central da circulação, localizado na caixa toráxica, levemente inclinado para esquerda e para baixo (mediastino médio), sendo constituído por uma massa contráctil, o miocárdio, revestido interiormente por uma membrana fina, o endocárdio, é envolvido por um saco fibro-seroso, o pericárdio.
Coração Humano vista posterior
O coração é constituído por duas porções: a metade direita ou coração direito, onde circula o sangue venoso e a metade esquerda, onde circula sangue arterial. Cada uma destas metades do coração é constituída por duas cavidades, uma superior - o átrio - e uma inferior - o ventrículo. Estas cavidades comunicam entre si pelos orifícios auriculo-ventriculares. Os dois Átrios encontram-se separadas pelo septo interauricular e os dois ventrículos pelo septo interventricular.Na cavidade atrioventricular esquerda encontra-se a valva mitral, e no orifício atrioventricular direito a valva tricúspede (são valvas que se abrem em direção ao ventrículo e se fecham para evitar o refluxo do sangue). A circulação sanguínea é assegurada pelo batimento cardíaco, ou seja, o batimento do coração, que lança o sangue nas artérias. O coração é um órgão musculoso que, no Homem, tem o tamanho aproximado de um punho.
Constituição
A parte musculosa do coração tem o nome de miocárdio ou músculo cardíaco.
Algumas artérias coronárias do coração Humano
O coração humano apresenta quatro partes ou cavidades: na parte superior estão as aurículas, divididas entre a direita e a esquerda, na parte inferior estão os ventrículos, também direito e esquerdo.
Na metade direita do coração só circula sangue venoso, na esquerda sangue arterial. A circulação do sangue nestas quatro cavidades está controlada pelas válvulas. As válvulas também servem de meio de comunicação entre as aurículas e os ventrículos.
A parte direita do coração está separada da parte esquerda por um septo.
O pericárdio é a membrana que reveste todo o coração. O endocárdio é a membrana que reveste o interior do coração.
Funcionamento
Átrio direito
Átrio esquerdo
Veia cava superior
Aorta
Artéria pulmonar
Veia pulmonar
Valva mitral (auriculo-ventricular)
Valva aórtica
Ventrículo esquerdo
Ventrículo direito
Veia cava inferior
Valva tricúspide (auriculo-ventricular)
Valva aorta (pulmonar)
O coração está constantemente a contrair e a relaxar, para bombear todo o sangue do nosso corpo. É uma bomba hidráulica, em que os tubos de saída são as artérias e os tubos de entrada as veias; o líquido que anda a circular é o sangue. Seu sincronismo atua como se fossem duas bombas trabalhando simultaneamente. Uma das bombas engloba a aurícula e o ventrículo direitos e a outra a aurícula e o ventrículo esquerdos. A função da aurícula e do ventrículo direitos é arrastar o sangue para os pulmões, onde se liberta o dióxido de carbono e se fornece de oxigênio. Por outro lado, a aurícula e o ventrículo esquerdos têm o trabalho de arrastar o sangue enriquecido de oxigênio para todas as partes do corpo
Tabaco
O tabaco é nome comum dado às plantas do género Nicotiana (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul da qual é extraída a substância chamada nicotina. Os povos indígenas da América acreditavam que o tabaco tinha poderes medicinais e usavam-no em cerimónias. Foi trazida para a Europa pelos espanhóis, no início do século XVI. Era mascado ou, então, aspirado sob a forma de rapé (depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco em Inglaterra em 1585, mas o uso de cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um médico francês, de nome Jean Nicot (de onde deriva o nome da nicotina) usava-o como medicamento, para curar as enxaquecas da rainha Catarina de Médicis.No entanto no século XVII começaram a surgir preocupações por causa dos malefícios provocados à saúde pelo tabaco, que para além disso era viciante. Várias nações colocaram restrições ao seu uso mas, ao mesmo tempo, o tabaco proporcionou muito lucro aos estados que cobravam impostos significativos sobre as suas vendas.
Plantação de tabaco
Pé de Tabaco em destaque
Tipos e regiões produtoras
Cuba - O tabaco cubano é conhecido como um dos melhores do mundo. A melhor região de plantio fica em Vuelta Abajo, parte do município de Pinar del Río na parte oeste da ilha. Em geral o tabaco cubano é forte e tem gosto acentuado. As variedades mais conhecidas são a Criollo e a Corojo.
Há também plantio e cultivo de tabaco na República Dominicana, Brasil, Equador, México, Estados Unidos,Camarões e Indonésia.
Hipertensao
Em cada cinco pessoas, uma é hipertensa (20% da população)Isto significa que entre cinco pessoas do seu conhecimento, incluindo você, uma deve ser hipertensa. A hipertensão é definida pela alteração constante da pressão arterial acima de 14 por 9 ou 140 x 90 milímetros de mercúrio. Mas atenção, só é considerada pressão alta quando ela permanece elevada consistentemente.
Porque verificar a pressão de tempos em tempos?
Pelo mesmo motivo que você lava os dentes todos os dias. A cárie, como a pressão alta, não é percebida no seu início, no entanto com o tempo o buraco aparece, a dor incomoda, podendo até mesmo ocorrer a perda do dente. Com a hipertensão arterial as consequências são mais graves, pode evoluir durante anos sem ser percebida, até que as suas complicações como o derrame cerebral, a insuficiência renal, o enfarte do miocárdio, o aumento do tamanho do coração ou alterações visuais (retina) aparecem.
A maior parte das pessoas hipertensas desconhecem o seu diagnóstico, uma vez que nada sentem. O exame médico periódico, com a medida da pressão arterial, deve ser realizado em pessoas de qualquer idade, pois é através dele que a pressão alta pode ser percebida no seu início.
O que é pressão arterial normal? A circulação do sangue pelos vasos permite aos tecidos do corpo receber oxigénio, água e nutrientes, além de retirar as substâncias já utilizadas pelas células e transportar outros elementos importantes para o funcionamento normal do nosso organismo.
A pressão arterial é a força que faz com que o sangue circule pelas artérias e chegue a todos os tecidos. Essa força é o resultado da acção do coração (papel de bomba), e da resistência que as artérias colocam contra a passagem do sangue. Imagine uma mangueira de água. Se a borracha for grossa e dura, o espaço por onde passa a água é mais estreito e a água sai com mais força ou maior pressão.
Se, por outro lado, a parede da mangueira é mais fina e elástica, ela cede com a passagem da água, que acaba perdendo pressão. Você pode sentir facilmente isto colocando o dedo próximo da saída da mangueira. Se apertar, a pressão aumenta, se afrouxar, ela diminui.
É um erro comum pensar que a pressão arterial é sempre a mesma, como se ela não saísse dos 12 por 8 ou dos 120 x 80 milímetros de mercúrio. No nosso dia-a-dia também alteramos o nosso ritmo, de acordo com as necessidades que surgem. Se enfrentamos uma situação de stress ou tomamos um banho de agua fria, a pressão sobe. Quando descansamos, dormimos ou tomamos um banho quente, ela baixa.
As duas faces do stress
Quando o corpo se prepara para entrar em estado de alerta, ou seja, para enfrentar uma situação que requer maior energia, as glândulas supra renais passam a produzir grandes quantidades de uma hormona (adrenalina). A adrenalina aumenta a frequência cardíaca, aumenta a pressão arterial e diminui a irrigação da pele, daí a palidez. Em consequência, aumenta o fluxo de sangue em outros órgãos vitais do organismo como o coração, o cérebro e os músculos. O fígado converte gordura armazenada em açúcar, garantindo maior quantidade de energia. Este stress é chamado fisiológico, necessário para o organismo e considerado saudável.
Sem ele o atleta não bate recordes, não é possível de se enfrentar o dia de trabalho, não se corre nem mesmo até a esquina. No entanto, o aumento frequente de adrenalina provoca estreitamento dos vasos sanguíneos que é ainda agravado pela nicotina do cigarro. A pressão alta decorrente irá lesionar as paredes dos vasos e acelerar a formação de aterosclerose que estreita ainda mais as artérias, causando as complicações cardiovasculares.
A outra face do stress aparece quando ele se torna persistente e crónico. O desgaste orgânico decorrente provoca tensão muscular, alteração do sono, mudança de peso, queda de cabelo, problemas de pele, alergias, irritação frequente, aumento da apatia, diminuição da capacidade de concentração, aumento do consumo de cigarros e bebidas alcoólicas e diminuição da capacidade de conviver socialmente.
O stress crónico costuma ser consequente a sobrecarga de trabalho, diminuição das horas de descanso, problemas de ordem familiar, instabilidade financeira, problemas de ordem profissional, mudanças bruscas no dia-a-dia, falta de confiança na equipe com a qual se trabalha, falta de perspectiva para o futuro, falta de amigos com quem se possa desabafar e compartilhar os bons momentos.
Medidas preventivas Controlar o stress faz parte das medidas necessárias para o controle da hipertensão arterial. Mudar hábitos nem sempre é fácil, no entanto, algumas dicas podem favorecer essa mudança. Como estabelecer prioridades no início do dia, organizar o tempo, dedicar uma parte dele para o lazer - nem que seja por alguns minutos, aprender a relaxar durante as actividades, praticar exercícios, efectuar as refeições de forma pousada, preferindo as verduras, frutas e legumes. Não misturar as questões de casa com as do trabalho, não lutar contra os problemas que não podem ser resolvidos de imediato. Não lutar pela posse da verdade, achando que o outro está sempre errado ou contra você.
Converse sobre os seus problemas. Escrever sobre o problema, ou sobre um determinado acontecimento traumático que lhe aconteceu, pode aliviar o desconforto emocional, da mesma maneira que o desabafo de uma boa conversa, até com o seu médico. E é claro que chorar também ajuda.
Reveja e avalie seus projectos de vida, impedindo que os mesmos provoquem mais perdas do que ganhos ao seu corpo, permita que as pessoas que lhe são caras participem desta revisão.
Sentar em frente da televisão e assistir o que se apresenta, quase sempre de natureza violenta, não ajuda a relaxar. Tomar as "milagrosas" fórmulas vitamínicas e produtos "naturais" também não controla o stress. Não há nenhuma evidência científica favorável a essa acção.
Os exercícios de respiração lenta e profunda, as técnicas de relaxamento muscular progressivo, de contagem regressiva, a técnica imaginativa, a de alongamento da cintura escapular e pescoço, não só relaxam como são capazes de baixar a hipertensão ligeira.
Medidas Preventivas na Hipertensão Arterial
Mudar o estilo de vida
Controlar o stress
Manter o peso adequado
Reduzir o sal da comida
Moderar o consumo de bebidas alcoólicas
Praticar exercícios físicos aeróbicos
Parar de fumar
Tomar o medicamento anti-hipertensor indicado pelo médico mesmo que não esteja sentindo nada
A idade é um factor de risco que não se pode modificar, quanto maior a idade, maior o número de hipertensos. Assim, como não se modifica, o factor hereditário, o risco dos filhos de pais hipertensos desenvolverem a doença é de 50%, contra o risco dos filhos de pais não hipertensos que é de 10%. Outro factor de risco não modificável é a gravidez, durante a gestação as mulheres tem maior possibilidade de desenvolver pressão alta.
Leite desnatado (magro), hortaliças, vegetais, frutas, grãos, óleos não saturados como o de oliva, milho, girassol e soja são ingredientes essenciais para prevenir as complicações da hipertensão, como também são fontes de sais minerais, como magnésio e o potássio, que auxiliam no controle da pressão arterial. O uso desses alimentos associados ao exercício físico também auxiliam no controle de peso, reduzindo o risco da doença que é muito maior nos obesos.
Procure limitar a ingestão de bebidas alcoólicas. Evite tomar no mesmo dia mais de duas doses. O álcool aumenta a descarga do sistema nervoso, provocando maior constrição dos vasos arteriais.
Diminua gradualmente o uso do sal nos alimentos para habituar o seu paladar. É um hábito comum usar o saleiro antes mesmo de provar o sabor do alimento. O sal retém água no organismo, aumenta a quantidade de sangue circulante, elevando a pressão. Além disso, uma boa parte das pessoas hipertensas são especialmente sensíveis ao sal.
Actividade Física O exercício físico reduz a ansiedade, a tensão muscular, ajuda no controle da pressão alta e, principalmente, reduz os riscos de suas complicações cardiovasculares. No lidar de uma situação de stress psicológico quem faz exercícios regulares responde com menor aumento da pressão e da frequência cardíaca do que quem não faz.
O programa de actividade física deve estar associado a dieta adequada, podendo ser realizado junto com amigos para se tornar mais agradável. Deve sempre ser tentado por seis meses antes de se entrar com medicação anti-hipertensiva, nos casos onde a hipertensão é ligeira.
Os exercícios mais indicados são os aeróbios, que utilizam grandes quantidades de oxigénio, colocam em acção grandes grupos musculares. São realizados de forma cíclica, com baixa intensidade e por tempo prolongado. São exemplos de exercícios aeróbios: A corrida, a dança, a caminhada, a natação, o andar de bicicleta, entre outros.
Não há idade para se começar, mesmo que você tenha sido sedentário por toda a vida. Nunca é demasiado tarde para se aproveitar dos benefícios do exercício.
Para saber sua condição física actual, antes de começar qualquer tipo de actividade, é necessário um exame clínico, no qual o médico verificará as condições de saúde para a prática de exercícios. Você poderá aprender como avaliar a sua capacidade física, verificando a frequência cardíaca várias vezes durante o exercício, pois se estiver abaixo ou acima do que lhe foi recomendado, o exercício pode estar sendo insuficiente ou demasiado para a sua necessidade. O intervalo de frequência mínima e máxima encontra-se exemplificado na tabela seguinte.
Frequência cardíaca e exercício aeróbio
A frequência cardíaca pode ser calculada através do teste ergométrico ou estimada por tabela. Se possível, faça o teste que é mais preciso no cálculo, bem como avalia de forma completa os diversos órgãos e sistemas corpóreos envolvidos com a capacidade física.
Os exercícios deverão ser realizados de 3 a 4 vezes por semana, durante 30 a 50 minutos. Fazer só no fim de semana pode ser ainda pior que não fazer, pois não condiciona e propicia o surgimento de lesões musculares.
É importante que antes de parar, a intensidade do exercício seja diminuída de forma gradual, por aproximadamente 5 minutos, bem como os músculos que foram mais intensamente utilizados sejam alongados. Para aliviar as tensões também aconselha-se alongamentos de coluna cervical e lombar. Estas orientações podem ser obtidas através de livros ou de profissionais especializados.
Vida normal desde que controlada
Todos sabemos como é difícil tomar remédio todos os dias, se não sentimos as manifestações (sintomas) da doença. É comum o abandono do tratamento por conta própria, pensando que o problema já está resolvido. Também sabemos que as receitas de bolo só funcionam bem se o cozinheiro estiver disposto a seguí-la. Quando se troca o sal pelo açúcar, ou a quantidade de farinha pela de fermento, com certeza o bolo ficará prejudicado. Com o nosso organismo não é muito diferente.
Se você tem hipertensão e conhece a receita para tratá-la, saiba que qualquer mudança que faça, sem orientação adequada, pode acarretar perdas irreparáveis, que não se comparam a simples mudança de gosto ou aparência de um bolo que saiu errado.
Erros comuns que as pessoas cometem
Ter pressão baixa é tão prejudicial como ter pressão alta.
Achar que assistir televisão é bom para relaxar.
Vitaminas e medicamentos naturais "milagrosos" evitam o stress.
Usar o saleiro antes de provar o alimento.
Se achar velho para começar a fazer exercícios.
Ser "atleta" somente nos finais de semana.
Não aceitar o uso de medicamento indicado para baixar a hipertensão por que nada sente.
Achar que o medicamento para a pressão causa impotência.
Abandonar o tratamento porque a pressão abaixou.
A vida do hipertenso é normal desde que controlada. É um erro comum dos homens não aceitar o tratamento medicamentoso da hipertensão pensando que o seu desempenho sexual será prejudicado. Controlar a pressão arterial não irá limitar a vida de ninguém. Muito pelo contrário, é um investimento no futuro, que deveria ser visto com a mesma preocupação que as pessoas tem em garantir suas aposentadorias. Significa qualidade de vida no futuro.
A HIPERTENSÃO É A 1ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL
Todos sabemos como é difícil tomar remédio todos os dias, se não sentimos as manifestações (sintomas) da doença. É comum o abandono do tratamento por conta própria, pensando que o problema já está resolvido. Também sabemos que as receitas de bolo só funcionam bem se o cozinheiro estiver disposto a seguí-la. Quando se troca o sal pelo açúcar, ou a quantidade de farinha pela de fermento, com certeza o bolo ficará prejudicado. Com o nosso organismo não é muito diferente.
Se você tem hipertensão e conhece a receita para tratá-la, saiba que qualquer mudança que faça, sem orientação adequada, pode acarretar perdas irreparáveis, que não se comparam a simples mudança de gosto ou aparência de um bolo que saiu errado.
Erros comuns que as pessoas cometem
Ter pressão baixa é tão prejudicial como ter pressão alta.
Achar que assistir televisão é bom para relaxar.
Vitaminas e medicamentos naturais "milagrosos" evitam o stress.
Usar o saleiro antes de provar o alimento.
Se achar velho para começar a fazer exercícios.
Ser "atleta" somente nos finais de semana.
Não aceitar o uso de medicamento indicado para baixar a hipertensão por que nada sente.
Achar que o medicamento para a pressão causa impotência.
Abandonar o tratamento porque a pressão abaixou.
A vida do hipertenso é normal desde que controlada. É um erro comum dos homens não aceitar o tratamento medicamentoso da hipertensão pensando que o seu desempenho sexual será prejudicado. Controlar a pressão arterial não irá limitar a vida de ninguém. Muito pelo contrário, é um investimento no futuro, que deveria ser visto com a mesma preocupação que as pessoas tem em garantir suas aposentadorias. Significa qualidade de vida no futuro.
A HIPERTENSÃO É A 1ª CAUSA DE MORTE EM PORTUGAL
Ataque cardiaco
O que é um ataque cardíaco?Um ataque cardíaco acontece quando parte de seu coração não recebe oxigênio em quantidade suficiente.O coração é um músculo e como os outros do corpo, precisa de oxigênio, que é fornecido pelo sangue dos vasos sangüíneos, conhecidos como artérias coronárias. Um coágulo sangüíneo em uma dessas artérias pode bloquear o fluxo de sangue para o músculo cardíaco o que acarreta prejuízos ao coração e a depender do tempo de duração deste bloqueio, uma parte do coração morre fazendo com que pare de funcionar corretamente.Ataques cardíacos podem ocorrer caso seu coração passe a precisar subitamente de mais oxigênio durante exercícios intensos. Tanto homens como mulheres têm ataques cardíacos, risco este que aumentam com a idade.Placas (fragmentos de colesterol) podem crescer no interior das artérias diminuindo seu diâmetro. Além disso , coágulos sangüíneos podem então se formar nesta artéria estreitada e bloqueá-la.Quais são os sintomas?Você Pode: - Dor no meio do peito.- Dor no ombro, braço, barriga ou mandíbula.- Falta de ar.- Suor intenso.- Náuseas.- Fraqueza ou tonteira.- Palidez.Ataques cardíacos são possíveis durante descanso ou exercícios, portanto é importante que mantenha seu médico informado de possíveis riscos.Como é diagnosticado?O médico o examinará e perguntará sobre seu histórico médico. Pode ser necessário a realização de alguns exames para que se verifique como o seu coração está trabalhando.Como proceder o tratamento?- Permanecerá no hospital por 2 a 7 dias.- Caso haja dificuldade de respirar, receberá oxigênio.Pode ser necessário a realização de uma cirurgia para abrir ou criar um caminho acessório(bypass) para a artéria bloqueda.- Poderá receber medicação para dissolver o coágulo.- Outros medicamentos podem ser administrados.Assim que melhore, o médico criará um programa de cuidados. Quando for para casa, pode ser necessário que use um pequeno monitor cardíaco nos primeiros dias que gravará os batimentos cardíacos.Que cuidados devem ser tomados?- Siga o plano de tratamento feito por seu médico.- Coma alimentos saudáveis, pobres em gordura e sal.- Perca peso, se necessário. Mantenha-se no seu peso ideal.- Inicie a realização de exercícios quando seu médico liberar para tal atividade e aumente a intensidade dos mesmos de acordo com as recomendações.- Não fume.- Tenha sempre disponível a sua medicação. A criação de uma lista com os nomes, as dosagens, e os horários que deve tomar é útil.- Tente manter seu colesterol normal.Consiga informações específicas de seu médico sobre as providências a serem tomadas ao sentir dor no peito, incluindo:- Quais medicações deve tomar.- Quando chamar o médico.- Quando chamar um serviço de emergência.Chamar o serviço de emergência no momento apropriado aumenta a sua chance de permanecer vivo e também diminui os danos ao coração.Como prevenir um ataque cardíaco?Existem muitas maneiras de você proteger seu coração e diminuir os riscos:- Não fume.- Se tem diabetes, tente mantê-lo sob controle.- Alimente-se bem.- Controle a sua pressão sangüinea.- Coma alimentos pobres em gordura e sal.- Pratique exercícios regularmente.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
sexualidade
O instinto sexual é algo que, desde os insectos ao ser humano, aparece de uma maneira extremamente forte, levando a certos comportamentos e gastando energias que só se justificam biologicamente porque tornam possível algo fundamental à vida: a propagação da espécie.
Mas, se nas espécies inferiores como os insectos, répteis ou peixes, esse instinto se inicia e acaba com o acto sexual em si, à medida que se caminha para as espécies superiores, começa a ver-se que muitas vezes o instinto também serve para criar laços ou relações mais ou menos fortes entre os parceiros sexuais. Normalmente, o objectivo é que ambos os progenitores ajudem na criação dos filhos, que é tanto mais complexa, demorada e exigente de cuidados quanto mais evoluída é a espécie.
Hoje em dia, sobretudo graças às técnicas de contracepção e também de concepção ou reprodução assistida, altamente eficazes aparecidas nos últimos 50 anos, sexo e reprodução já não andam necessariamente juntos. Convém ter presente as ideias acima expostas para podermos compreender melhor a nossa sexualidade. Frequentemente ela é apenas sentida como uma necessidade básica de satisfazer um impulso fisiológico, ou seja, do nosso corpo. Este impulso pode ser satisfeito, por exemplo, através da masturbação ou através de um(a) parceiro(a) casual ou pago(a) para o efeito. Mas na maioria das vezes esse “sexo pelo sexo” não é de modo algum completamente satisfatório em termos psicológicos e afectivos, ou seja, dos nossos sentimentos. Isso acontece porque, como somos seres humanos, para realizarmos ou vivermos completamente a nossa sexualidade, existe sempre a necessidade de criarmos laços ou relações afectivas e de cumplicidade com a pessoa que escolhemos como companheiro(a). O relacionamento sexual tem assim, na nossa espécie, além da função reprodutiva, dois papéis importantíssimos: a satisfação de um instinto básico, tal como existe nos outros animais, e sobretudo, a criação de laços fortes entre duas pessoas que buscam o prazer mútuo e uma vida em comum.
Mas, se nas espécies inferiores como os insectos, répteis ou peixes, esse instinto se inicia e acaba com o acto sexual em si, à medida que se caminha para as espécies superiores, começa a ver-se que muitas vezes o instinto também serve para criar laços ou relações mais ou menos fortes entre os parceiros sexuais. Normalmente, o objectivo é que ambos os progenitores ajudem na criação dos filhos, que é tanto mais complexa, demorada e exigente de cuidados quanto mais evoluída é a espécie.
Hoje em dia, sobretudo graças às técnicas de contracepção e também de concepção ou reprodução assistida, altamente eficazes aparecidas nos últimos 50 anos, sexo e reprodução já não andam necessariamente juntos. Convém ter presente as ideias acima expostas para podermos compreender melhor a nossa sexualidade. Frequentemente ela é apenas sentida como uma necessidade básica de satisfazer um impulso fisiológico, ou seja, do nosso corpo. Este impulso pode ser satisfeito, por exemplo, através da masturbação ou através de um(a) parceiro(a) casual ou pago(a) para o efeito. Mas na maioria das vezes esse “sexo pelo sexo” não é de modo algum completamente satisfatório em termos psicológicos e afectivos, ou seja, dos nossos sentimentos. Isso acontece porque, como somos seres humanos, para realizarmos ou vivermos completamente a nossa sexualidade, existe sempre a necessidade de criarmos laços ou relações afectivas e de cumplicidade com a pessoa que escolhemos como companheiro(a). O relacionamento sexual tem assim, na nossa espécie, além da função reprodutiva, dois papéis importantíssimos: a satisfação de um instinto básico, tal como existe nos outros animais, e sobretudo, a criação de laços fortes entre duas pessoas que buscam o prazer mútuo e uma vida em comum.
sexualidade
A sexualidade de um indivíduo define-se como sendo as suas preferências, predisposições ou experiências sexuais, na experimentação e descoberta da sua identidade e actividade sexual, num determinado período da sua existência.
Atualmente, ocorre por parte de alguns estudiosos a tentativa de afastamento do conceito de sexualidade da noção de reprodução animal associada ao sexo. Enquanto que esta noção se prende com o nível físico do homem enquanto animal, a sexualidade tenderia a se referir ao plano psicológico do indivíduo. Além dos fatores biológicos (anatômicos, fisiológicos, etc.), a sexualidade de um indivíduo pode ser fortemente afectada pelo ambiente sócio-cultural e religioso em que este se insere. Por exemplo, em algumas sociedades, na sua maioria orientais, promove-se a poligamia ou bigamia, i.e., a possibilidade ou dever de ter múltiplos parceiros.
Em algumas partes do mundo a sexualidade explícita ainda é considerada como uma ameaça aos valores político-sociais ou religiosos.
Atualmente, ocorre por parte de alguns estudiosos a tentativa de afastamento do conceito de sexualidade da noção de reprodução animal associada ao sexo. Enquanto que esta noção se prende com o nível físico do homem enquanto animal, a sexualidade tenderia a se referir ao plano psicológico do indivíduo. Além dos fatores biológicos (anatômicos, fisiológicos, etc.), a sexualidade de um indivíduo pode ser fortemente afectada pelo ambiente sócio-cultural e religioso em que este se insere. Por exemplo, em algumas sociedades, na sua maioria orientais, promove-se a poligamia ou bigamia, i.e., a possibilidade ou dever de ter múltiplos parceiros.
Em algumas partes do mundo a sexualidade explícita ainda é considerada como uma ameaça aos valores político-sociais ou religiosos.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
segurança nas escolas

Segurança nas escolas
A preservação da segurança nas escolas implica a consolidação do Programa Escola Segura e a criação de uma Equipa de Missão para a Segurança Escolar, que tem como missão a concepção, desenvolvimento e concretização de um sistema de segurança nas escolas.
A existência de condições de segurança na escola é fundamental para o sucesso educativo de todos os alunos, em especial daqueles que se encontram em meios particularmente desfavorecidos, em situação de risco de exclusão social e escolar.
Para coordenar, realizar e avaliar as iniciativas relativas à segurança nas escolas, vai ser criada uma Equipa de Missão para a Segurança Escolar, na dependência do Ministério da Educação, que tem como missão a concepção, o desenvolvimento e a concretização de um sistema de segurança nas escolas.
Esta equipa deverá avaliar as ocorrências registadas pelas escolas, em permanente articulação com o Observatório de Segurança na Escola, cabendo-lhe a responsabilidade de elaborar um plano de acção nacional para combater situações de insegurança e violência escolar.
A concepção de instrumentos e de procedimentos que contribuam para a resolução dos problemas identificados pelas escolas incluídas no Programa dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) na área da segurança escolar é outra das prioridades desta equipa, que deverá desenvolver o seu trabalho em coordenação com o Programa Escola Segura.
A equipa deverá, ainda, produzir um plano-tipo de emergência a ser generalizado em todas as escolas com as devidas adaptações, realizar visitas e reuniões de trabalho nas escolas tendo em vista um conhecimento aprofundado do terreno, criar um fórum de discussão na Internet para recolher opiniões e sugestões sobre esta temática, e organizar acções de formação sobre segurança escolar.
Para prevenir e combater a insegurança e a violência na escola e no meio envolvente, é fundamental consolidar o Programa Escola Segura, uma iniciativa conjunta dos ministérios da Administração Interna e da Educação.
Este programa de âmbito nacional, que abrange todos os estabelecimentos de ensino, visa garantir a segurança, prevenindo e reduzindo a violência no meio escolar e envolvente, ao mesmo tempo que se constitui como dinamizador de iniciativas promotoras dos valores de cidadania e de civismo.
O desenvolvimento do programa pressupõe a articulação entre duas entidades: o Grupo Coordenador do Programa Escola Segura e a Comissão Consultiva do Programa Escola Segura.
O Grupo Coordenador do Programa Escola Segura tem como responsabilidade a coordenação e o acompanhamento do programa, a nível nacional, cabendo-lhe propor a adopção das medidas consideradas adequadas, bem como a elaboração de um plano de actividades e de um relatório global referente a cada ano lectivo.
A Comissão Consultiva do Programa Escola Segura é um órgão consultivo, competindo-lhe pronunciar-se sobre todas as questões relativas ao programa e apreciar os relatórios anuais elaborados pelo Grupo Coordenador do Programa Escola Segura.
Despacho sobre o Programa Escola Segura.
Ministérios da Administração Interna e da Educação
Despacho
As escolas são um espaço privilegiado de liberdade, convívio e segurança onde se reproduzem os valores fundamentais de uma sociedade democrática.
Contudo, a ocorrência de comportamentos desviantes e/ ou anti-sociais pode criar, junto de pais, alunos e professores, pessoal não docente e opinião pública em geral a percepção das escolas como um meio social violento, com repercussões negativas no processo de ensino/aprendizagem e nas dinâmicas de inclusão social.
A preservação de um ambiente favorável ao normal desenvolvimento da missão da escola é tarefa prioritária do Estado e das comunidades locais.
Considerando que não é possível uma educação de qualidade num ambiente escolar de violência ou insegurança, que inviabiliza o pleno exercício do direito à educação, direito constitucionalmente consagrado, têm vindo a ser desenvolvidas acções neste domínio, através do «Programa Escola Segura», um instrumento de actuação preventiva, que visa reduzir ou erradicar as situações de violência e insegurança nas escolas e meio envolvente.
Considerando que se pretende que o Programa Escola Segura se consolide como fomentador de iniciativas e projectos direccionados para a promoção de valores de cidadania e de civismo no meio escolar, tendo em vista um desenvolvimento harmonioso por parte das crianças e jovens.
Considerando que se pretende que o Programa Escola Segura continue a promover parcerias e sinergias entre diversas entidades e actores, tanto ao nível nacional como local, de forma a garantir um ambiente seguro nos estabelecimentos deensino e meio envolvente.
Considerando que foram detectadas algumas fragilidades na operacionalização do Programa Escola Segura, definido em termos jurídico-formais em sede de despacho conjunto n.º 105-A/2005, de 2 de Fevereiro, importa redefinir a estrutura organizacional do Programa Escola Segura, tendo por base as avaliações efectuadas e a experiência da aplicação do referido despacho.
Assim, determina-se:
1. É aprovado o Regulamento do Programa Escola Segura, anexo ao presente Despacho, do qual faz parte integrante.
2. É revogado o Despacho Conjunto nº 105-A/2005, de 19 de Janeiro, publicado no DR, II, nº23, de 2 de FevereiroLisboa, de Novembro de 2006.
O Ministro de Estado e da Administração Interna,António Costa
A Ministra da EducaçãoMaria de Lurdes Rodrigues.
Anexo
Regulamento do Programa Escola Segura
Artigo 1.ºObjecto
Pelo presente regulamento são definidas as regras do Programa Escola Segura.
Artigo 2.ºÂmbito
1. O Programa constitui um modelo de actuação pró-activo, centrado nas escolas, que visa garantir a segurança, prevenindo e reduzindo a violência, comportamentos de risco e incivilidades, bem como melhorar o sentimento de segurança no meio escolar e envolvente, com a participação de toda a comunidade.
2. O Programa tem âmbito nacional e inclui todos os estabelecimentos de educação e ensino, públicos, privados e cooperativos, com excepção dos estabelecimentos do ensino superior.
Artigo 3.ºObjectivos
O Programa tem como objectivos prioritários:
a) Promover uma cultura de segurança nas escolas;
b) Fomentar o civismo e a cidadania, contribuindo deste modo para a afirmação da comunidade escolar enquanto espaço privilegiado de integração e socialização;
c) Diagnosticar, prevenir e intervir nos problemas de segurança das escolas;
d) Determinar, prevenir e erradicar a ocorrência de comportamentos de risco e, ou de ilícitos nas escolas e nas áreas envolventes;
e) Promover, de forma concertada com os respectivos parceiros, a realização de acções de sensibilização e de formação sobre a problemática da prevenção e da segurança em meio escolar, destinadas às forças de segurança, pessoal docente e não docente e demais elementos da comunidade educativa e à opinião pública em geral;
f) Recolher informações e dados estatísticos e realizar estudos que permitam dotar as entidades competentes de um conhecimento objectivo sobre a violência, os sentimentos de insegurança e a vitimação na comunidade educativa.
Artigo 4.ºPrincípios estratégicos
O Programa assenta nos seguintes princípios estratégicos:
a) Territorialização do Programa ao nível local, centrando-o nas escolas, com a participação activa de toda a comunidade;
b) Promoção e desenvolvimento de parcerias quer ao nível nacional, quer ao nível local;
c) Formação destinada a todos os elementos da comunidade educativa e aos elementos das forças de segurança envolvidos no Programa;
d) Monitorização dos fenómenos de violência, comportamentos de risco e incivilidades nas escolas.
Artigo 5.ºParceiros institucionais
O Programa é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Administração Interna e da Educação, que neste contexto se assumem como parceiros institucionais.
Artigo 6.ºEstrutura organizacional
A estrutura organizacional do programa assenta na existência de um Grupo Coordenador do Programa Escola Segura e de uma Comissão Consultiva do Programa Escola Segura.
Artigo 7.ºGrupo Coordenador do Programa Escola Segura
1 – O Grupo Coordenador do Programa Escola Segura é constituído por:
a) Três representantes do Ministério da Administração Interna, sendo um da Guarda Nacional Republicana (GNR) e um da Polícia de Segurança Pública (PSP);
b) Três representantes do Ministério da Educação, sendo um do Gabinete de Segurança do Ministério da Educação;
2 – Ao Grupo Coordenador do Programa Escola Segura compete coordenar e acompanhar a nível nacional o Programa e propor às tutelas a adopção das medidas pertinentes, visando a consecução dos objectivos que se encontram definidos.
3 – A Direcção Geral da Administração Interna, o Observatório de Segurança na Escola e o Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo são parceiros privilegiados do Grupo Coordenador do Programa Escola Segura podendo, sempre que for entendido por qualquer das partes, ter assento nas reuniões deste órgão.
4 – As atribuições do Grupo Coordenador do Programa Escola Segura desenvolvem-se mediante a prossecução das seguintes tarefas:
a) Planificação e coordenação do Programa a nível nacional;
b) Definição e dinamização dos modelos de formação;
c) Harmonização, a nível nacional, dos procedimentos de segurança entre os diferentes intervenientes do Programa Escola Segura;
d) Participação na definição dos modelos de recolha e tratamento de informação e de monitorização da situação de segurança nas escolas;
e) Promoção de contactos com outras entidades visando a prossecução dos objectivos do Programa.
5 – O Grupo Coordenador do Programa Escola Segura elabora e apresenta anualmente, às tutelas, um plano de actividades por ano lectivo e um relatório global referente ao mesmo período.
Artigo 8.ºComissão Consultiva do Programa Escola Segura
1 – A Comissão Consultiva do Programa Escola Segura é um órgão de consulta, competindo-lhe pronunciar-se sobre todas as questões relativas ao Programa, que lhe sejam submetidas pelo Grupo Coordenador do Programa Escola Segura, bem como apreciar os relatórios anuais do Grupo Coordenador.
2 – A Comissão Consultiva do Programa Escola Segura poderá propor ao Grupo Coordenador a análise de aspectos particulares deste e medidas que visem concretizar os seus objectivos.
3 - A Comissão Consultiva do Programa Escola Segura é constituída por:
a) Um representante do Ministério da Presidência (MP);
b) Um representante do Ministério da Saúde (MS);
c) Um representante do Ministério da Justiça (MJ);
d) Um representante do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS);
e) Um representante da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap);
f) Um representante da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).
4 – Podem ser também consultadas outras entidades, caso se revele pertinente.
Artigo 9ºEscolas e Agrupamentos de Escolas
1 – É exigido, por parte dos Conselhos Executivos das escolas e Agrupamentos de escolas, o cumprimento de directivas, orientações e procedimentos emanados do Ministério da Educação e das Direcções Regionais de Educação no âmbito do Programa Escola Segura.
2 - No âmbito do Programa devem igualmente coordenar acções e cooperar de forma estreita com as forças de segurança e comunidades locais.
3 – Em consonância com o artigo 2º deste despacho, compete aos Conselhos Executivos das escolas e Agrupamentos de escolas a organização da segurança escolar em cada estabelecimento de educação e ensino e assegurar o dever de comunicação das ocorrências sobre segurança escolar, utilizando para tal os instrumentos criados para o efeito.
Artigo 10º Forças de Segurança
Compete às Forças de Segurança, no âmbito das suas atribuições:
1- Garantir a segurança das áreas envolventes dos estabelecimentos de ensino;
2- Promover acções de sensibilização e prevenção junto das escolas em parceria com os Conselhos Executivos e a comunidade local;
3- Prosseguir os demais objectivos no âmbito do Programa.
Artigo 11ºOutras Entidades
As Direcções Regionais de Educação e os Governos Civis, a nível regional e distrital, através das respectivas estruturas, colaboram na consecução dos objectivos do Programa.
Artigo 12.ºFinanciamento
1 - O financiamento do Programa deverá ser assegurado pelos Ministérios da Administração Interna e da Educação, no âmbito das respectivas atribuições.
2 - A realização de actividades que visem prosseguir os objectivos do Programa poderá ser promovida mediante o recurso a outras formas de financiamento legal, nomeadamente o patrocínio.
Artigo 13.ºAcesso à informação
As regras de acesso à informação produzida no âmbito do sistema de informação de segurança na escola serão propostas pelo Grupo Coordenador do Programa Escola Segura e aprovadas pelos Ministros da Administração Interna e da Educação.
Segurança nas Escolas

Segurança nas Escolas
A segurança deve ser uma preocupação comum a todos os membros da comunidade educativa – pessoal docente e não docente, alunos, pais, encarregados de educação e representantes autárquicos.
Além de um bom conhecimento e informação neste âmbito, importa criar uma cultura de segurança, nomeadamente interiorizando procedimentos e comportamentos e adoptando as necessárias medidas de prevenção.
É recomendável que a temática da segurança esteja integrada no Projecto Educativo da escola, tendo em vista uma melhor sensibilização de todos e contribuir para desenvolver um comportamento colectivo de segurança.
É objectivo do Manual de Utilização, Manutenção e Segurança das Escolas ajudar os órgãos de gestão dos estabelecimentos de educação e de ensino a encontrar, em cada escola, soluções apropriadas à resolução dos problemas que se colocam em termos da segurança de pessoas e bens.
A segurança deve ser uma preocupação comum a todos os membros da comunidade educativa – pessoal docente e não docente, alunos, pais, encarregados de educação e representantes autárquicos.
Além de um bom conhecimento e informação neste âmbito, importa criar uma cultura de segurança, nomeadamente interiorizando procedimentos e comportamentos e adoptando as necessárias medidas de prevenção.
É recomendável que a temática da segurança esteja integrada no Projecto Educativo da escola, tendo em vista uma melhor sensibilização de todos e contribuir para desenvolver um comportamento colectivo de segurança.
É objectivo do Manual de Utilização, Manutenção e Segurança das Escolas ajudar os órgãos de gestão dos estabelecimentos de educação e de ensino a encontrar, em cada escola, soluções apropriadas à resolução dos problemas que se colocam em termos da segurança de pessoas e bens.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Animais
O reino Animalia, Reino Animal ou Reino Metazoa é composto por seres vivos multicelularas cujas células formam tecidos biológicos, com capacidade de responder ao ambiente que os envolve ou, por outras palavras, pelos animais. Ao contrário das plantas, os animais são heterotróficos, ou seja, buscam no meio onde vivem seu alimento, como plantas e outros animais para sobreviverem. A maioria dos animais possui um plano corporal que determina-se à medida que tornam-se maduros, e, exceto em animais que metamorfoseiam, esse plano corporal é estabelecido desde cedo em sua ontogenia quando embriões. Os gametas, na maioria dos casos, quando constituem a linhagem germinativa, são produzidos em órgãos externos, cujas células, com exceção das esponjas, não participam da reprodução.
O estudo científico dos animais é chamado zoologia. Tradicionalmente, a zoologia estudava todos os seres vivos com as características descritas acima mas, actualmente, como resultado de estudos filogenéticos, consideram-se os Protista como um grupo separado dos animais.
Coloquialmente, o termo "animal" é frequentemente utilizado para referir-se a todos os animais diferentes dos humanos e raramente para referir-se a animais não classificados como Metazoários . A palavra "animal" deriva do Latim anima, no sentido de fôlego vital, e veio para o Português pela palavra em latim animalis.
O estudo científico dos animais é chamado zoologia. Tradicionalmente, a zoologia estudava todos os seres vivos com as características descritas acima mas, actualmente, como resultado de estudos filogenéticos, consideram-se os Protista como um grupo separado dos animais.
Coloquialmente, o termo "animal" é frequentemente utilizado para referir-se a todos os animais diferentes dos humanos e raramente para referir-se a animais não classificados como Metazoários . A palavra "animal" deriva do Latim anima, no sentido de fôlego vital, e veio para o Português pela palavra em latim animalis.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
A cidadania

.jpg)

O que é? Todas as pessoas vivem em conjunto umas com as outras, isto é, nós não vivemos sozinhos, vivemos em comunidade. Para que as pessoas se consigam entender e para que não existam conflitos entre elas, é necessário que todos cumpram um conjunto de regras. Estas regras vão permitir que todos possam viver da melhor forma e com o maior entendimento entre todos.
A Cidadania é, então, percebermos bem quais são os nossos direitos e os nossos deveres para com os outros e dessa forma, sabermos viver em sociedade. A Cidadania é termos responsabilidade perante aquilo que fazemos; é sermos solidários para com os outros, isto é, procurar ajudar sempre quem precisa de nós. Ser cidadão significa estar atento a todas as decisões que são tomadas e que influenciam a nossa vida. Ser cidadão é chamar a atenção sempre que acontecer alguma injustiça, sempre que algo estiver mal. No fundo, ser cidadão é participar na construção de um futuro que é comum a todos.
A Cidadania é, então, percebermos bem quais são os nossos direitos e os nossos deveres para com os outros e dessa forma, sabermos viver em sociedade. A Cidadania é termos responsabilidade perante aquilo que fazemos; é sermos solidários para com os outros, isto é, procurar ajudar sempre quem precisa de nós. Ser cidadão significa estar atento a todas as decisões que são tomadas e que influenciam a nossa vida. Ser cidadão é chamar a atenção sempre que acontecer alguma injustiça, sempre que algo estiver mal. No fundo, ser cidadão é participar na construção de um futuro que é comum a todos.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Um monitor de vídeo, ou simplesmente monitor, é um dispositivo de saída do computador que serve de interface visual para o usuário, na medida em que permite a visualização dos dados e sua interação com eles. Os monitores são classificados de acordo com a tecnologia de amostragem de vídeo utilizada na formação da imagem. Atualmente, essas tecnologias são duas: CRT e LCD. À superfície do monitor sobre a qual se projeta a imagem chamamos tela, ecrã ou écran.
Índice[mostrar]
1 História
2 Tecnologias
3 Principais fabricantes
4 Principais características técnicas
5 Veja também
//
[editar] História
[editar] Tecnologias
CRT (Cathodic Ray Tube), em inglês, sigla de (Tubo de raios catódicos) é o monitor "tradicional", em que a tela é repetidamente atingida por um feixe de elétrons, que atuam no material fosforescente que a reveste, assim formando as imagens.
Este tipo de monitor tem como principais vantagens:
Sua longa vida útil;
Baixo custo de fabricação;
Grande banda dinâmica de cores e contrastes; e
Grande versatilidade (uma vez que pode funcionar em diversas resoluções, sem que ocorram grandes distorções na imagem).
As maiores desvantagens deste tipo de monitor são:
Suas dimensões (um monitor CRT de 20 polegadas pode ter até 50cm de profundidade e pesar mais de 20kg);
O consumo elevado de energia;
Seu efeito de cintilação (flicker); e
A possibilidade de emitir radiação que está fora do espectro luminoso (raios x), danosa à saúde no caso de longos períodos de exposição. Este último problema é mais freqüentemente constatado em monitores e televisores antigos e desregulados, já que atualmente a composição do vidro que reveste a tela dos monitores detém a emissão dessas radiações.
LCD (Liquid Cristal Display, em inglês, sigla de tela de cristal líquido) é um tipo mais moderno de monitor. Nele, a tela é composta por cristais que são polarizados para gerar as cores.
Tem como vantagens:
O baixo consumo de energia;
As dimensões reduzidas;
A não-emissão de radiações nocivas;
A capacidade de formar uma imagem praticamente perfeita, estável, sem cintilação, que cansa menos a visão - desde que esteja operando na resolução nativa; e
O fato de que o preto que ele cria emite um pouco de luz, o que confere à imagem um aspecto acinzentado ou azulado, mais agradável aos olhos em termos estéticos e também de brilho.
As maiores desvantagens são:
O maior custo de fabricação (o que, porém, tenderá a impactar cada vez menos no custo final do produto, à medida em que o mesmo se for popularizando);
O fato de que, ao trabalhar em uma resolução diferente daquela para a qual foi projetado, o monitor LCD utiliza vários artifícios de composição de imagem que acabam degradando a qualidade final da mesma; e
Um fato não-divulgado pelos fabricantes: se o cristal liquido da tela do monitor for danificado e ficar exposto ao ar, pode emitir alguns compostos tóxicos, tais como o óxido de zinco e o sulfeto de zinco. Este será um problema quando alguns dos monitores fabricados hoje em dia chegarem ao fim de sua vida útil (estimada em 20 anos).
Índice[mostrar]
1 História
2 Tecnologias
3 Principais fabricantes
4 Principais características técnicas
5 Veja também
//
[editar] História
[editar] Tecnologias
CRT (Cathodic Ray Tube), em inglês, sigla de (Tubo de raios catódicos) é o monitor "tradicional", em que a tela é repetidamente atingida por um feixe de elétrons, que atuam no material fosforescente que a reveste, assim formando as imagens.
Este tipo de monitor tem como principais vantagens:
Sua longa vida útil;
Baixo custo de fabricação;
Grande banda dinâmica de cores e contrastes; e
Grande versatilidade (uma vez que pode funcionar em diversas resoluções, sem que ocorram grandes distorções na imagem).
As maiores desvantagens deste tipo de monitor são:
Suas dimensões (um monitor CRT de 20 polegadas pode ter até 50cm de profundidade e pesar mais de 20kg);
O consumo elevado de energia;
Seu efeito de cintilação (flicker); e
A possibilidade de emitir radiação que está fora do espectro luminoso (raios x), danosa à saúde no caso de longos períodos de exposição. Este último problema é mais freqüentemente constatado em monitores e televisores antigos e desregulados, já que atualmente a composição do vidro que reveste a tela dos monitores detém a emissão dessas radiações.
LCD (Liquid Cristal Display, em inglês, sigla de tela de cristal líquido) é um tipo mais moderno de monitor. Nele, a tela é composta por cristais que são polarizados para gerar as cores.
Tem como vantagens:
O baixo consumo de energia;
As dimensões reduzidas;
A não-emissão de radiações nocivas;
A capacidade de formar uma imagem praticamente perfeita, estável, sem cintilação, que cansa menos a visão - desde que esteja operando na resolução nativa; e
O fato de que o preto que ele cria emite um pouco de luz, o que confere à imagem um aspecto acinzentado ou azulado, mais agradável aos olhos em termos estéticos e também de brilho.
As maiores desvantagens são:
O maior custo de fabricação (o que, porém, tenderá a impactar cada vez menos no custo final do produto, à medida em que o mesmo se for popularizando);
O fato de que, ao trabalhar em uma resolução diferente daquela para a qual foi projetado, o monitor LCD utiliza vários artifícios de composição de imagem que acabam degradando a qualidade final da mesma; e
Um fato não-divulgado pelos fabricantes: se o cristal liquido da tela do monitor for danificado e ficar exposto ao ar, pode emitir alguns compostos tóxicos, tais como o óxido de zinco e o sulfeto de zinco. Este será um problema quando alguns dos monitores fabricados hoje em dia chegarem ao fim de sua vida útil (estimada em 20 anos).
Placa de som
Placa de som é um dispositivo de hardware que envia e recebe sinais sonoros entre equipamentos de som e um computador executando um processo de conversão AD (Analogico-Digital) e DA (Digital Analógico) respectivamente. É necessário para que este emita qualquer tipo de áudio com um mínimo de qualidade e também para gravação e edição.
Antes que se pensasse em utilizar placas, com processadores dedicados, os primeiros IBM PC/AT já vinham equipados com um dispositivo para gerar som, que se mantém até hoje nos seus sucessores, os speakers, pequenos alto-falantes, apesar dos PCs atuais contarem com complexos sistemas de som tridimensional de altíssima resolução.
O funcionamento destes dispositivos era, e ainda é, bem primitivo. Um oscilador prográmavel recebe um valor pelo qual dividirá a frequência base, e um flip-flop, liga e desliga o autofalante. Não há como controlar o volume, mas isso não impede que ao utilizar-se de recursos de algoritimos bastante complexos, um programador possa conseguir um razoável controle. Tanto o beep inicial que afirma que as rotinas de inicialização do computador foram concluídas com sucesso, quando os beep informando falhas neste processo, e as musicas dos jogos são gerados do mesmo modo....
Antes que se pensasse em utilizar placas, com processadores dedicados, os primeiros IBM PC/AT já vinham equipados com um dispositivo para gerar som, que se mantém até hoje nos seus sucessores, os speakers, pequenos alto-falantes, apesar dos PCs atuais contarem com complexos sistemas de som tridimensional de altíssima resolução.
O funcionamento destes dispositivos era, e ainda é, bem primitivo. Um oscilador prográmavel recebe um valor pelo qual dividirá a frequência base, e um flip-flop, liga e desliga o autofalante. Não há como controlar o volume, mas isso não impede que ao utilizar-se de recursos de algoritimos bastante complexos, um programador possa conseguir um razoável controle. Tanto o beep inicial que afirma que as rotinas de inicialização do computador foram concluídas com sucesso, quando os beep informando falhas neste processo, e as musicas dos jogos são gerados do mesmo modo....
Disco rígido

Disco rígido ou disco duro, no Brasil popularmente também HD (do inglês Hard Disk; o termo "winchester" há muito já caiu em desuso), é a parte do computador onde são armazenadas as informações, ou seja, é a "memória permanente" propriamente dita (não confundir com "memória RAM"). É caracterizado como memória física, não-volátil, que é aquela na qual as informações não são perdidas quando o computador é desligado.
O disco rígido é um sistema lacrado contendo discos de metal recobertos por material magnético onde os dados são gravados através de cabeças, e revestido externamente por uma proteção metálica que é presa ao gabinete do computador por parafusos. É nele que normalmente gravamos dados (informações) e a partir dele lançamos e executamos nossos programas mais usados.
Este sistema é necessário porque o conteúdo da memória RAM é apagado quando o computador é desligado. Desta forma, temos um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados da próxima vez em que o computador for ligado. O disco rígido é também chamado de memória de massa ou ainda de memória secundária. Nos sistemas operativos mais recentes, o disco rígido é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual.
O disco rígido é um sistema lacrado contendo discos de metal recobertos por material magnético onde os dados são gravados através de cabeças, e revestido externamente por uma proteção metálica que é presa ao gabinete do computador por parafusos. É nele que normalmente gravamos dados (informações) e a partir dele lançamos e executamos nossos programas mais usados.
Este sistema é necessário porque o conteúdo da memória RAM é apagado quando o computador é desligado. Desta forma, temos um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados da próxima vez em que o computador for ligado. O disco rígido é também chamado de memória de massa ou ainda de memória secundária. Nos sistemas operativos mais recentes, o disco rígido é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual.
Placa de rede
Uma placa de rede (também chamada adaptador de rede ou NIC) é um dispositivo de hardware responsável pela comunicação entre os computadores em uma rede.
A placa de rede é o hardware que permite aos computadores conversarem entre sí através da rede. Sua função é controlar todo o envio e recebimento de dados através da rede. Cada arquitetura de rede exige um tipo específico de placa de rede; sendo as arquitecturas mais comuns a rede em anel Token Ring e a tipo Ethernet.
Além da arquitetura usada, as placas de rede à venda no mercado diferenciam-se também pela taxa de transmissão, cabos de rede suportados e barramento utilizado (On-Board, PCI, ISA ou Externa via USB). As placas de rede para Notebooks podem ser on-board ou PCMCIA.
Quanto à taxa de transmissão, temos placas Ethernet de 10 Mbps / 100 Mbps / 1000 Mbps e placas Token Ring de 4 Mbps e 16 Mbps. Como vimos no trecho anterior, devemos utilizar cabos adequados à velocidade da placa de rede. Usando placas Ethernet de 10 Mbps por exemplo, devemos utilizar cabos de par trançado de categoria 3 ou 5, ou então cabos coaxiais. Usando uma placas de 100 Mbps o requisito mínimo a nível de cabeamento são cabos de par trançado blindados nível 5. No caso de redes Token Ring, os requisitos são cabos de par trançado categoria 2 (recomendável o uso de cabos categoria 3) para placas de rede de 4 Mbps, e cabos de par trançado blindado categoria 4 para placas de 16 Mbps. Devido às exigências de uma topologia em estrela das redes Token Ring, nenhuma placa de rede Token Ring suporta o uso de cabos coaxiais.
Cabos diferentes exigem encaixes diferentes na placa de rede. O mais comum em placas Ethernet, é a existência de dois encaixes, uma para cabos de par trançado e outro para cabos coaxiais. Muitas placas mais antigas, também trazem encaixes para cabos coaxiais do tipo grosso (10Base5), conector com um encaixe bastante parecido com o conector para joysticks da placa de som. E também existem vários tipos.
Placas que trazem encaixes para mais de um tipo de cabo são chamadas placas combo. A existência de 2 ou 3 conectores serve apenas para assegurar a compatibilidade da placa com vários cabos de rede diferentes. Naturalmente, você só poderá utilizar um conector de cada vez.
A placa de rede é o hardware que permite aos computadores conversarem entre sí através da rede. Sua função é controlar todo o envio e recebimento de dados através da rede. Cada arquitetura de rede exige um tipo específico de placa de rede; sendo as arquitecturas mais comuns a rede em anel Token Ring e a tipo Ethernet.
Além da arquitetura usada, as placas de rede à venda no mercado diferenciam-se também pela taxa de transmissão, cabos de rede suportados e barramento utilizado (On-Board, PCI, ISA ou Externa via USB). As placas de rede para Notebooks podem ser on-board ou PCMCIA.
Quanto à taxa de transmissão, temos placas Ethernet de 10 Mbps / 100 Mbps / 1000 Mbps e placas Token Ring de 4 Mbps e 16 Mbps. Como vimos no trecho anterior, devemos utilizar cabos adequados à velocidade da placa de rede. Usando placas Ethernet de 10 Mbps por exemplo, devemos utilizar cabos de par trançado de categoria 3 ou 5, ou então cabos coaxiais. Usando uma placas de 100 Mbps o requisito mínimo a nível de cabeamento são cabos de par trançado blindados nível 5. No caso de redes Token Ring, os requisitos são cabos de par trançado categoria 2 (recomendável o uso de cabos categoria 3) para placas de rede de 4 Mbps, e cabos de par trançado blindado categoria 4 para placas de 16 Mbps. Devido às exigências de uma topologia em estrela das redes Token Ring, nenhuma placa de rede Token Ring suporta o uso de cabos coaxiais.
Cabos diferentes exigem encaixes diferentes na placa de rede. O mais comum em placas Ethernet, é a existência de dois encaixes, uma para cabos de par trançado e outro para cabos coaxiais. Muitas placas mais antigas, também trazem encaixes para cabos coaxiais do tipo grosso (10Base5), conector com um encaixe bastante parecido com o conector para joysticks da placa de som. E também existem vários tipos.
Placas que trazem encaixes para mais de um tipo de cabo são chamadas placas combo. A existência de 2 ou 3 conectores serve apenas para assegurar a compatibilidade da placa com vários cabos de rede diferentes. Naturalmente, você só poderá utilizar um conector de cada vez.
Motherboard
Placa-mãe, também denominada mainboard ou motherboard, é uma placa de circuito impresso eletrônico/electrónico. É considerado o elemento mais importante de um computador, pois tem como função permitir que o processador se comunique com todos os periféricos instalados. Na placa-mãe encontramos não só o processador, mas também a memória RAM, os circuitos de apoio, as placas controladoras, os conectores do barramento PCI e os chipset, que são os principais circuitos integrados da placa-mãe e são responsáveis pelas comunicações entre o processador e os demais componentes.
Fonte de alimentação
Uma Fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico que é constituído por 4 blocos de componentes elétricos que são: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão), um circuito retificador, um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de corrente.
Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (AVC) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua, mais inadequada para alimentar tensões que precisem de energia DCV (corrente alternada).
Numa fonte de alimentação do tipo linear, a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador, retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados, a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão.
Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada, onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa corrente), filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta frequência) utilizando-se transistores de potência. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. A regulação ocorre devido a um circuito de contrôle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento, ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. ALém disso necessita de transformadores menores e mais leves. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta frequência de chaveamento.
Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (AVC) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua, mais inadequada para alimentar tensões que precisem de energia DCV (corrente alternada).
Numa fonte de alimentação do tipo linear, a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador, retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados, a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão.
Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada, onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa corrente), filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta frequência) utilizando-se transistores de potência. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. A regulação ocorre devido a um circuito de contrôle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento, ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. ALém disso necessita de transformadores menores e mais leves. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta frequência de chaveamento.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)





















.jpg)

.jpg)
.jpg)




